Streaming de leitura: O que esperar do Prime Reading

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O Amazon Prime Reading funciona como um “streaming de livros” já integrado ao pacote por assinatura da gigante do varejo. Sem qualquer custo adicional para quem já utiliza serviços como Prime Video ou Music, ele libera o download de uma vasta seleção de títulos identificados com o selo Prime. O catálogo não se resume a livros convencionais; ele engloba revistas e graphic novels, funcionando de forma muito similar aos serviços de assinatura de games, onde o usuário tem acesso a uma biblioteca rotativa enquanto mantiver a assinatura ativa.

Para navegar pelas opções, o leitor pode acessar a página dedicada ao Prime Reading no site da Amazon. A organização é intuitiva, dividindo o conteúdo entre ficção, não ficção, leituras rápidas e até obras em línguas estrangeiras. Além disso, o sistema sugere novidades e recomendações personalizadas. Outra forma simples de encontrar o que ler é buscar pelo catálogo geral do site: se o produto exibir o selo “Prime R$ 0,00”, ele pode ser enviado diretamente para o seu dispositivo de leitura.

Regras de uso e limitações do acervo

Embora o benefício seja generoso, existem algumas regras práticas. A principal delas é o limite de dez títulos simultâneos por conta; para baixar algo novo após atingir esse teto, é necessário devolver algum item da sua lista. Vale notar que o acervo é rotativo, o que significa que um livro disponível hoje pode sair do catálogo em breve, a menos que você já tenha feito o download.

Diferente do Kindle Unlimited — que é um serviço à parte, com mensalidade específica e uma biblioteca muito mais robusta com lançamentos e best-sellers —, o Prime Reading é uma curadoria mais enxuta inclusa no valor padrão do Prime (atualmente R$ 9,90 por mês ou R$ 89,00 no plano anual). Importante lembrar que não existe um app exclusivo do Prime Reading; a leitura deve ser feita pelo aplicativo Kindle, disponível para smartphones, ou nos próprios e-readers da linha Kindle.

Fotografia além do celular: Câmeras de baixo custo na Amazon

Mesmo com a evolução das câmeras dos celulares em 2025, muitos brasileiros ainda buscam o conforto e a experiência de uma câmera dedicada. Seja pela ergonomia superior, pela ausência de notificações que distraem ou pela segurança de não expor um smartphone caro em certos ambientes, as câmeras compactas voltaram ao radar. Elas são, inclusive, excelentes opções de presente para introduzir crianças ao mundo da fotografia de forma segura.

Modelos de entrada e custo-benefício

A Kodak PIXPRO C1 surge como a opção mais em conta, saindo por cerca de US$ 119,99. Com um sensor de 13 megapixels e uma lente fixa de f/2.0, ela entrega resultados honestos para o cotidiano. Sua bateria interna de íons de lítio garante boa autonomia e a conveniência do carregamento via USB-C, permitindo usar um power bank durante viagens.

Para quem faz questão de zoom óptico, a Kodak PIXPRO FZ55 é o próximo degrau. Custando aproximadamente US$ 159,99, ela oferece zoom de 5x, resolução de 16 megapixels e estabilização digital de imagem, o que ajuda a evitar fotos tremidas. É um conjunto mais versátil para quem gosta de registrar detalhes à distância.

Resistência e o charme do impresso

Se o seu perfil é mais aventureiro, a Kodak PIXPRO WPZ2 foi feita para aguentar o tranco. Ela é à prova d’água, poeira e choques. Enquanto câmeras de ação topo de linha podem custar uma pequena fortuna, este modelo mantém o preço competitivo na casa dos US$ 179,99, sendo ideal para trilhas e praias sem medo de danificar o equipamento.

Por fim, para quem sente falta do contato físico com a fotografia, a Fujifilm Instax Mini Evo une o digital ao analógico. Por cerca de US$ 234, essa câmera híbrida permite capturar a imagem digitalmente e escolher quais fotos você realmente deseja imprimir no filme instantâneo. É a escolha perfeita para quem quer decorar o ambiente ou presentear amigos com fotos físicas na hora, mantendo a praticidade de uma biblioteca digital.