O governo do Maranhão já contabiliza resultados positivos na área do ensino, cujo retorno é melhorar o nível de vida dos maranhenses. Em face às conquistas no período do governador José Reinaldo Tavares, que prioriza elevar o IDH por meio de políticas públicas efetivas da valorização do homem no seu próprio meio, entre as ações, a expansão do Ensino Médio no Maranhão, que é uma das maiores do Brasil.
Para se estabelecer juízo de valor, alunos de 159 municípios eram privados do direito de estudar em uma escola de Ensino Médio, nível de ensino de responsabilidade do Estado que, no governo anterior ao de José Reinaldo, funcionava precariamente em apenas 58 cidades maranhenses. Mas para que o Ensino Médio tivesse êxito, era necessário ampliar a rede física e recuperar a existente, tendo em vistas anos de descaso a abandono, neste contexto, o Maranhão que não possuía e não possui prédios escolares suficientes para abrigar todos os alunos frutos da expansão, locou prédios e começou a construir complexos escolares, entre ele o CEM de Alcântara, CEM Vovó Anália’, anexo do Cintra, o CEM Professora Maria Helena Rocha, no campus da Ufma e a total recuperação do CEM Liceu Maranhense que há anos não recebia reforma. O Governo do Maranhão vai construir mais 31 escolas.
A rede de estadual de ensino que em 2001 só tinha 76.010 mil alunos, em 2005 alcançou a soma de 266 mil 428 alunos, sem considerar o EJA que, em convênio com o governo federal, o governo do Maranhão alcançou quotas muito significativas que em 2001 tinha apenas 6.162 vagas de professor no Ensino Médio (EJA) e em 2005 já chegou a 11.151 matrículas, cujo percentual no governo atual é de 81%.
Na parte física, ou seja, construção, reforma e ampliação de prédios escolares e locação de espaços para o Ensino Médio, em 2001, a rede estadual tinha apenas 117 escolas, em 58 municípios e, em 2005, chegaram a 510 escolas nos 217 cidades do Maranhão, o que corresponde um aumento de 335%.
O governador José Reinaldo investiu na nomeação e contratação de professores, realizando concursos e seletivos que de forma legal que garantem a permanência do docente em sala de aula. Foram chamados 2,217 professores remanescentes de um concurso realizado no governo anterior. De 2001 a 2006, o Estado realizou dois concursos para o magistério, em que chamou todos os aprovados e os excedentes, chegando a cerca de 7.200 professores e realizou seletivos e em regime de Hora Dobrada e Condição Especial de Trabalho, garantindo que todos tenham ensino de qualidade.
O Proformação - Programa de formação de professores nas séries iniciais do Ensino Fundamental tem rendido resultados positivos desde a sua implantação, mas principalmente nos quatro anos do governador José Reinaldo em que foram atendidos 38 municípios nos anos de 2002 a 2004, habilitando 1.826 professores. Nos anos de 2004 a 2005 foram atendidos 13 municípios, habilitando 471 professores. Em 2005 houve a adesão de mais 35 municípios, onde serão habilitados até o final de 2007 mais 1.960 professores cursistas. Atualmente o Maranhão atende 2.431 professores cursistas.
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) participou em maio, em Brasília, do 1º Encontro Internacional do Programa de Formação de Professores em Exercício (Proformação). O evento foi promovido pelo Ministério da Educação (MEC).
Para o secretário de Educação Lourenço Vieira da Silva, é prioridade que os professores maranhenses possam promover uma educação de qualidade. Segundo ele, destacam-se as ações educacionais e a valorização do magistério no Maranhão. “É oportuno ressaltar a excelente performance e importância do Proformação, programa essencial para a inclusão social e cujos fins coincidem com os objetivos do governador José Reinaldo Tavares e da Secretaria de Educação, em reduzir as desigualdades sociais”.