Em meio a guerras, violência urbana, corrupção, desastres, terremotos, encontrei nos noticiários e periódicos, reportagens voltadas para a educação.
A Unicamp – Universidade de Campinas elaborou um projeto em que através do vídeo-game, alunos descobrem a química e a física por meio dos jogos.
Pedagogos, médicos e professores debatem a dislexia e a discalculia, distúrbio que afeta de 10 a 15% da população mundial. O primeiro dificulta a aprendizagem da escrita e da leitura. O segundo, o aprendizado da tabuada, dos cálculos.
Em várias cidades brasileiras, professores compromissados com a sua profissão transformam suas salas de aula em modelo de didática, de ensino de vanguarda, servindo como modelos até para outros países.
E, minha caminhada como aluno, deparei-me com professores e professores e pergunto: Por que alguns professores esquecem de serem professores e continuam utilizando em sala de aula a velha didática da cultura do giz, do quadro e do apagador, quando assistimos no noticiário o exemplo de tantos recursos que nos ajudariam a sermos cidadãos competentes?
Mauro Mendes Junior
Estudante do 2º Ano do Ensino Médio