Páginas da história do jornalismo na sala de aula e na sociedade
Não é a primeira vez e não será a última que o Jornal de Itapecuru fará interação com alunos e professores no processo dialético de ensino-aprendizagem. Há muito o Jornal estabelece essa ação, mesmo que de forma despretensiosa. Queremos dizer que quando projetamos este Jornal para cobrir importantes fatos do Maranhão, estamos sobremaneira, interagindo com a população desse Estado.
No mês de agosto, a cidade de Itapecuru aniversariou e completou 136 anos de emancipação política, sede da redação do Jornal de Itapecuru, que lhe emprestou valoroso nome, razão social e pautas... A ela (a cidade de Itapecuru) rendemos nossa eterna homenagem pela origem, pela vida, pela história e pela agregação de valores que se somam por meio de leitores fiéis deste periódico que, muitas vezes, confundimos com a nossa própria razão de ser. É assim para você leitor, especialista da leitura, que nos motiva a cada dia a nos tornar mais éticos, versáteis, responsáveis e admirados de tudo que deve ser informado. Agora estamos indo às escolas pessoalmente falar da importância do jornal, do jornalismo, da Comunicação e das “facetas” que a nossa experiência nos mostra todos os dias. Mesmo sabendo que a Peça Arte, Jornal de Itapecuru, já está sendo há muito usado(a) em sala de aula, em diversas disciplinas ou de forma interdisciplinar, haja vista o depoimento de alunos e professores. Na edição especial de junho, cobrimos a exitosa vitória de Alaine Sousa Damas. Ação que fez com que professores nos parassem para comunicar do feito dessa estudante de Presidente Vargas e de que forma estava trabalhando com seus alunos para , de forma briosa, mostrarem que é possível vencer os obstáculos impostos pela exclusão herdada no tempo da existência do Estado.
A escola Newton Neves, que é na realidade um Centro de Ensino Médio, com seus mais de 2 mil alunos nesse nível de ensino, abriu as portas das salas de aula e receberam a visita dos profissionais do Jornal de Itapecuru. Olho no olho, alunos da escola e o editor, o diretor do Jornal puderam esclarecer dúvidas e conhecer a real importância do jornalismo na vida dos cidadãos.
Em época de eleições, somos reticentes de nos referir a este ou aquele político, desta ou daquela posição tomada pelas autoridades, tendo em vista inconscientemente, possamos cair nas armadilhas da lei. Por isso mesmo, nos reservamos o direito de não panfletar em nossas falas pelas escolas, pelas praças, pelas ruas, pelas comunidades, tendo em vista a compreensão de que já que não podemos ser os olhos e ouvidos da sociedade, mas pelo menos os nossos olhos podemos ser. Eles enxergam! Temos responsabilidade de levar o melhor em informações imparciais, nos abstendo sempre do julgamento. Julgar se não é a mais difícil tarefa, acaba por ser uma das mais injustas e pode nos levar a sedimentar os esteriótipos.
Continuaremos caminhando rumo ao desconhecido, ao inigmático, no objetivo dos desafios imperiosos do jornalismo. Contudo, com os pés no chão de Itapecuru, do Maranhão, para em tempo, reproduzir se não o todo de uma realidade, mas fragmentá-lo para que os nossos leitores possam estabelecer juízo de valor das demandas sociais. Isso nos alegra, nos motiva.